O FMI vê expansão de 1,8% do PIB no Brasil, em 2018 | exame

FMI vê expansão de 1,8% do PIB do Brasil em 2018
FMI vê expansão de 1,8% do PIB do Brasil em 2018

A economia Brasileira: o Fundo Monetary Internacional confirmou que o Brasil precisa avançar no ajuste das contas públicas (Nelson_A_Ishikawa/Thinkstock)

Nova York – o Brasil marcar uma “boa recuperação”, apoiado pela orientação acomodatícia da política monetária e as medidas fiscais, mas a economia do país teve um desempenho abaixo do potencial, a dívida pública continua a subir e as perspectivas de crescimento no médio prazo, voltado para o “inspirador”, em meio a ausência de reformas, ele disse que o Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse em um comunicado na conclusão das consultas do quarto capítulo no Brasil. Mostrando o documento sobre a projeção de crescimento de 1,8% do produto interno bruto (PIB) do Brasil , este ano, menos do que a estimativa de expansão de 2,3% é esperado pela instituição, em abril.

“Com o crescimento da projetado 1,8% e 2,5% em 2018 e 2019, respectivamente, impulsionada por uma retomada do consumo interno e do investimento”, ele apontou para um documento divulgado nesta quarta-feira. É esperado que o PIB em 2019, como foi de 2,5% em abril.

Na avaliação do Fundo, como um contraponto para o aperto das condições financeiras, “o compromisso com a consolidação fiscal, ambicioso de reformas estruturais e fortalecer a estrutura do setor financeiro”, são necessárias para colocar o Brasil “no caminho para o forte, equilibrado e sustentável de crescimento”.

O FMI observou que o Brasil precisa avançar no ajuste das contas públicas, porque confirma que, embora os gastos Federais permanecem constantes, em termos reais, o nível registrado no ano de 2016, o total da dívida pública deve continuar a subir e vai chegar a um pico de uma marca pouco acima de 90% do PIB, em 2023. Financeira “a Consolidação é a chave para manter a confiança na sustentabilidade da dívida”, disse a fundação. O Fundo Monetary Internacional confirmou que “o Brasil é também vulnerável ao endurecimento das condições financeiras globais e possíveis rupturas em Commerce”, e que esses riscos podem ser ampliado se houver continuidade da agenda de reformas.

No entanto, no comunicado de o Fundo Monetary Internacional confirmou que a inflação no Brasil atingiu o mínimo histórico que ocorreu, em boa medida, devido à fraqueza da economia para a queda dos preços dos alimentos e expectativas bem ancoradas.”É esperado que a inflação subir na direcção do alvo a partir de 4,25% em 2019 com a dissipação de choque dos preços dos alimentos e do hiato do produto.”

O Fundo destacou que o déficit em transações correntes atingiu 0,5% do PIB em 2017, com a redução das importações, impulsionado, em parte, pela queda do investimento privado. Com a recuperação econômica em curso, a instituição acredita na deterioração da conta corrente, que o défice previsto para perto de 2% a médio prazo. Por outro lado, o Fundo Monetário Internacional disse que os bancos no Brasil são flexíveis, embora as perdas registradas durante a recessão económica em 2015 e 2016.

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